
Retribuo por fim a generosidade da felicidade do (re)encontro à linda Fio:
*
"Há cidades acesas na distância,
Magnéticas e fundas como luas,
Descampados em flor e negras ruas
Cheias de exaltação e ressonância.
Há cidades acesas cujo lume
Destrói a insegurança dos meus passos,
E o anjo do real abre os seus braços
Em nardos que me matam de perfume.
E eu tenho que partir para saber
Quem sou, para saber qual é o nome
Do profundo exisitir que me consome
Neste país de névoa e não ser."
*
E tudo na certeza de vos ter comigo!
Obrigada,
t*
In Poesia
Sophia de Mello Breyner
2 comentários:
"tenho uma lágrima no canto do olho... tenho uma lágrima no canto do olho!" hehehehehehheheh
é tão bom ter-te por aqui :D
beijo!
... e sabes quem me deu o belo livro da Sophia... Até já, querida*
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